A nossa maior desgraça como cristãos é achar que a cada pedido de perdão diante do Pai mais nenhum mal brotará de dentro dos nossos corações, até o nosso próximo tropeço, quando nos encontraremos novamente com aquele "aquilo que sou", e que gostaríamos que nunca tivesse existido no meio daquilo que tentamos aparentar ser.
Vivemos um melancólico cristianismo de altos e baixos porque rejeitamos ser amados por Deus por "aquilo que somos"; insistimos freneticamente em sermos amados pelos nossos méritos e não pelo mérito do próprio amor Dele, que a todos ama! Esteja você assentado em um alto trono ou atolado na mais fétida lama. Ele nos ama!
Não percebemos mas, inconscientemente rejeitamos o mérito que pertence somente ao Cristo Crucificado. Detestamos a ideia de que outro abra a porta de acesso ao Pai para nós, pois queremos o mérito!! Queremos as honras!! Queremos ser o "servo bom e fiel", elogiados na frente de todos ao redor.
Tapinhas nas costas.
E é assim que nos perdemos, e é assim que a alegria do primeiro amor se torna luta e tristeza. Apagamos a chama do Espirito e a substituímos por nossas próprias tochas, esquecendo-nos que tais tochas, ali na frente, se apagarão e nos encontraremos perdidos no meio de densa escuridão.
Tapinhas nas costas.
E é assim que nos perdemos, e é assim que a alegria do primeiro amor se torna luta e tristeza. Apagamos a chama do Espirito e a substituímos por nossas próprias tochas, esquecendo-nos que tais tochas, ali na frente, se apagarão e nos encontraremos perdidos no meio de densa escuridão.
Aceitar o amor incondicional de Deus é primeiramente me reconciliar com o pecador que sou, e não com o santo que aparento ser. Reconciliar-me com o Deus do cristianismo é reconciliar-me com a imagem desfigurada pelo pecado em que me tornei. É aceitar-me como ele me aceita, é me amar como Ele me ama.
Não há outro caminho, não há mais nenhuma solução! Andar com Deus é aceitar a minha pessoal e intransferível escuridão para que Ele em mim se faça a LUZ.
Pense nisto!
Pr. Nilton Telles Frota
